terça-feira, 30 de outubro de 2012

UTILIDADE PÚBLICA: ALGUMAS PERGUNTAS QUE PRECISAM DE RESPOSTAS.


1) Se eu ou você, por acaso, chegarmos atrasados no trabalho, o que acontece? E se o funcionário do Metrô, da Supervia e da empresa de ônibus atrasar, o que acontece? E quando o Metrô, a Supervia e o ônibus atrasa, o que deveria acontecer? E na realidade, o que acontece?
2) Por que a linha de trem de Belford Roxo, não  tem  nenhum dos trens novos? Por que quase todas as composições só têm 4 vagões? No que as pessoas das outras linhas são tão diferentes de nós?
3) Para que existe a polícia? O governo diz que é para manter a ordem. Contudo, no dia 15/08, o trem para B. Roxo das 18:15 saiu às 18:45 (Você acha problema frequente?) e, havia dois policiais na plataforma. Sabe o que eles fizeram: nada! Ou seja, a ‘ordem’ foi rompida pela Supervia e eles não a restabeleceram. Por que agiram assim? Já outro dia, um rapaz foi retirado do trem por estar atrapalhando os viajantes. Sabe o que ele fazia? Vendia bala. Questiono: quem mais rompeu a ‘ordem’? 
Publicação do Jornal Papo Kbça de agosto.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

PRIMEIRO CONTATO. PRIMEIRAS PALAVRAS.


Minha inspiração maior para escrever, vem da vontade da AFETIVIDADE se tornar de uma vez por todas, o guia supremo da humanidade.

Tomar atitude para sair da fala e entrar no mundo dos argumentos escritos, indiretamente, foi culpa do meu grande mestre Bruno Moreno e dos meus alunos do Instituto Nextel. Estes me encheram de motivação, quando ultrapassaram os limites da aula de Inclusão Digital, e resolveram através de blogs, OCUPAR a rede social com ideias originais e 'lindas', daqueles que não tem espaço e vida (sem não falam e nem são ouvidos, não têm existência) nos meios de comunicação de massa.

Não sei quem lerá minhas ideias (que sem dúvidas, pelo lado de quem olhar, serão consideradas radicais). Não me iludirei, pois sei que poucos darão o seu tempo precioso, para a leitura de um texto de alguém que não conhecem. Mesmo assim, toda vez que escrever, o farei para aqueles que anseiam por respostas para as perguntas mais banais, que dificultam nossa existência (O Brasil tem jeito? Todo político é ladrão? Quem ou o que gera a violência? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?...). Todavia, aqui eles não encontrarão respostas, e sim, mais questões que serão pistas, como num mapa do tesouro, para que formulem suas próprias respostas.

Como todo autor, tem um leitor específico, também terei o meu, ou melhor, os meus. Toda vez que escrever, escreverei para minha esposa Jessica, meu pai Jorge, meu irmão Carlos e meu 'filho'/amigo Igor (ele só tem 32 anos). Porém, não falarei para eles que escrevo, pois quero que eles sintam curiosidade e pesquisem as palavras que são direcionadas a eles (lembro, que eles serão a representação da humanidade). Escreverei com amor, não por eles serem minha família, mas sim, porque eles são daqueles seres humanos, que lutam por uma sociedade melhor; e que me faz acreditar que uma mudança (do amor aos objetos às pessoas) de perspectiva é possível.

Paulo Martins